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Qual vontade seguir?

 
 
Numa noite, estava me lembrando de quando Gideão foi chamado por Deus e de como ele ficou em dúvida (Juízes 6). Gideão pediu sinais. Gosto de pensar no teste do novelo de lã. Ele colocou o novelo no meio do campo e pediu a Deus para que molhasse de orvalho apenas o novelo e que tudo em volta permanecesse seco. E assim se fez. Não satisfeito, Gideão pediu mais um sinal, dessa vez para que acontecesse o contrário. E também foi feito, no dia seguinte estava tudo molhado e o novelo seco.


Fico pensando em quantas vezes nós agimos da mesma forma com Deus. Ele nos dá todos os sinais possíveis mas não queremos acreditar. Na verdade, nós não queremos saber a vontade de Deus, queremos que a vontade Dele seja igual à nossa. Deus dá todos os sinais, mas nós preferimos insistir na nossa vontade. No final, quebramos a cara, perdemos tempo com algo que não era o melhor, enfim, sofremos.
 
E o pior, às vezes ainda colocamos a culpa em Deus pelo nosso erro! “Ah, Senhor, por que não me livrou desse problema?!”. Ou colocamos a culpa no diabo: “foi o inimigo que armou essa armadilha pra mim!”. Querido, ele nem teve trabalho dessa vez, você mesmo que cavou esse buraco e se jogou nele. Assuma seus atos!
 
Então, o que fazer depois? Arrepender-se. Voltar-se pra Deus. Ele é paciente, vai te acolher, cuidar das suas feridas e te levantar. Não se esqueça de que Ele é justo também, você receberá as consequências do seu pecado. Mas receberá também o perdão e uma nova chance.
 
E aí, que tal obedecermos de primeira agora?
 
Na paz Daquele cuja vontade é perfeita,

 

 
 
 

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